Perguntas frequentes sobre o atendimento

ATENDIMENTO



1. Como funciona o primeiro atendimento?

O primeiro encontro é um espaço de escuta e compreensão da sua demanda. A partir dele, é definido o melhor formato de acompanhamento.

2. Você atende apenas questões sexuais?

Não. A sexualidade está integrada à vida. Trabalho com questões relacionadas a desejo, corpo, relações e também com aspectos emocionais mais amplos.

3. O atendimento é confidencial?

Sim. Todo o processo é conduzido com absoluto sigilo, conforme os princípios éticos da prática clínica.

4. Você atende individualmente ou casais?

Atendo individualmente. Em alguns casos, pode fazer sentido incluir o parceiro ou a parceira em sessões pontuais.

5. Com que frequência são as sessões?

Inicialmente a frequência é semanal, podendo ser ajustada conforme o desenvolvimento do processo terapêutico.

6. Como saber se esse trabalho é para mim?

Se há algo na sua vivência emocional, relacional ou sexual que pede compreensão e elaboração, esse pode ser um espaço adequado.

SEXUALIDADE



1. Quando procurar uma terapeuta sexual?

Uma terapeuta sexual pode ajudar em dificuldades na vivência da sexualidade. Muitas pessoas procuram atendimento quando algo em sua vida sexual precisa de solução.

2. Você trabalha inseguranças relacionadas à sexualidade, mesmo na ausência de diagnóstico?

Sim. Desconfortos em geral na vivência sexual podem ser trabalhados clinicamente, mesmo na ausência de um diagnóstico formal.

3. Quais questões sexuais masculinas você atende?

Atendo questões como disfunção erétil, ejaculação precoce, diminuição do desejo, ansiedade de performance e outros obstáculos à satisfação sexual masculina.

4. Quais questões sexuais femininas você atende?

Atendo questões como diminuição do desejo, dificuldades de excitação ou orgasmo, dor na relação sexual, vaginismo e outros impasses da sexualidade feminina.

5. Você trabalha com “vício em pornografia”?

Sim. Embora essa não seja sempre a expressão clínica mais adequada, trabalho com situações de compulsão, sofrimento, culpa ou sensação de perda de controle associadas ao consumo de pornografia.

6. Como é o atendimento em relação a fetiches, BDSM e kink?

A terapia pode oferecer um espaço acolhedor e discreto para compreender o lugar que isso ocupa na vida psíquica, afetiva e sexual de cada pessoa.